Construo-te
Construo-te na silhueta, furto-te ao hábito, torno-te vertigem, ergo-te por inteiro na esquina do futuro, possuo-te quando o teu espanto se perfila no gesto jovem que tens de acariciar a vida.
Em cada palavra, mesmo na mais humilde, há uma alma, um sonho cujo único perímetro é não o ter, uma deusa profana e bondosa. Mas para cada alma há também uma palavra. E as palavras são as missangas dos horizontes sem fim.
Previous Posts
1 Comments:
E numa vertigem louca
...Provoco-te...
...Acaricio-te...
...Vacilas...
...Resistes...
...Hesitas...
...Rendes-te...
Ao corpo que por ti chama...
Lisa
Enviar um comentário
<< Home